E se a arquitetura abrisse mão de ser protagonista, para tornar-se apenas moldura para o espetáculo do horizonte em transformação? Nos perguntamos.

E se reconhecêssemos nossa escala diante da potência dos fenômenos que se colocam à nossa frente e deixássemos de querer ser mais que tela para emoldurar esta obra de arte natural?

Nossa arquitetura nasceu como moldura, com o compromisso de evitar filtros desnecessários à contemplação do horizonte, mas com a responsabilidade de ser cuidadosa para merecer vizinhar com a contemporaneidade premiada da Fundação Iberê Camargo e permitir-se ser admirada pelos passantes às margens do rio.

A moldura que enquadra o horizonte, também estende até ele a arquitetura. Sem paredes, sem barreiras.

Av. Padre Cacique, 1820.

O primeiro terreno após o final do aterro realizado na Borges de Medeiros nos anos 70.

Um ponto onde Porto Alegre encontra novamente o rio e se divide entre norte e sul.

À direita, o verde do Parque Marinha e o calor do Beira Rio. À esquerda, o Veleiros do Sul e a obra prima desenhada pelo mestre Álvaro Siza, para a acolher a Fundação Iberê Camargo. À frente, as águas do Guaíba, seus barcos e seu pôr do sol. Até onde a vista alcança.

Um tributo à paisagem, um convite à contemplação, conectando o urbano, o humano e o natural de Porto Alegre.

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